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Casal usava aplicação gay para vender droga

Casal usava aplicação gay para vender droga

Arguidos respondem, no Porto, por burlas informáticas, moeda falsa e outros crimes. O tráfico passava pelo Grindr e ainda pelo WhatsApp.

Enamorados, juntaram os trapinhos e, a partir de casa ou de hotéis, abriram vários negócios. Viviam à larga e felizes, até que a Polícia Judiciária (PJ) meteu o nariz e meteu ambos na cadeia. Agora, vão responder por crimes que vão do tráfico de droga a moeda falsa, passando por burlas informáticas, acesso ilegítimo a contas bancárias e falsificação de documentos. Em prisão preventiva, o casal começa a ser julgado na próxima semana, pelo Tribunal S. João Novo, no Porto.

José Maria, de 36 anos, natural de Cinfães, e Ubiratan Júnior, brasileiro de Vitória, com 23, apaixonaram-se em finais de 2018. Do namoro à vida em comum, num apartamento do Porto, foi um instante. E também não demoraram muito a alargar a "união de cama e mesa", como descreve a acusação do Ministério Público (MP), aos "negócios" que permitiriam ao casal levar uma vida abastada.

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