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Centenas pagam luvas para conduzir Uber

Centenas pagam luvas para conduzir Uber

PJ desfaz rede com coordenador do IMT e advogada que fornecia certificados a motoristas sem formação. Lucraram meio milhão por contornarem as regras.

Cadastrados, pessoas com problemas psicológicos ou simplesmente indivíduos sem vontade de passar pelas 50 horas de formação obrigatórias para começar a trabalhar como motoristas nas plataformas eletrónicas de transportes como a Uber, Kapten, Bolt ou Cabify eram clientes de uma rede de corrupção ontem desmantelada pela PJ. Mediante o pagamento de até 10 mil euros de luvas, eram obtidos certificados de aptidão para motoristas, mas também eram renovadas cartas de condução.

Foram detidos um coordenador do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), donos de escolas de condução e de centros de formação, dois médicos, uma advogada e angariadores, num total de oito pessoas. Em causa estarão licenças de centenas de motoristas, incluindo motoristas de camiões e transportes coletivos que queriam obter ou renovar a carta. Terão lucrado meio milhão de euros.

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