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Acusação

Chineses exportavam canábis para Países Baixos em transportadoras

Chineses exportavam canábis para Países Baixos em transportadoras

Associação criminosa, tráfico de droga, furto qualificado e falsificação de documento. São estes os principais crimes pelos quais cinco arguidos, quatro deles chineses suspeitos de pertencerem a uma rede que produzia grande quantidade de canábis para exportar para os Países Baixos, vão responder em tribunal. Montaram 12 estufas clandestinas que foram desmanteladas pela PJ do Porto em fevereiro, em Oliveira de Azeméis e Vila Verde.

De acordo com o Ministério Público (MP), "três dos arguidos acusados decidiram agrupar-se e dedicarem-se à produção e cultivo de elevadas quantidades de canábis, para exportação, nomeadamente com destino aos Países Baixos, através do envio de encomendas por transportadoras".

Montaram as estufas em antigos armazéns ou fábricas que arrendavam em locais isolados e de pouca circulação de pessoas e viaturas, nos concelhos de Oliveira de Azeméis e Vila Verde. Para evitar atrair atenções, isolavam os locais "tapando as janelas, e equiparam, instalando diversas estufas, recorrendo ainda a dispositivos de aquecimento, exaustão e circulação de ar, proporcionado um crescimento rápido das plantas".

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Para maximizar os lucros, faziam ligações diretas à rede pública de energia, através das quais obtinham a energia para sustentar a atividade criminosa.

Quando foram detidos, os indivíduos, todos a aguardar julgamento em prisão preventiva, estavam na posse de 561 quilos de canábis.

O MP requereu a perda a favor do Estado a quantia de mais de 126 mil euros, referente ao valor da energia elétrica desviada, assim como do material que usavam nas estufas.

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