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Colecionador ganha guerra judicial à PSP por mota antiga

Colecionador ganha guerra judicial à PSP por mota antiga

Quando, em 2017, tentou registar uma preciosa mota da marca Harley-Davidson, modelo KH, de 1954, da qual tinha comprado apenas o quadro, o depósito e duas rodas, Paulo Alho, um colecionador de motos antigas residente em Abrantes, não fazia ideia da carga de trabalhos em que se estava a meter.

O veículo, que pertenceu à PSP, havia sido retirado do serviço e vendido, mas a baixa do registo da matrícula não foi dada e aquela força de segurança entendeu que ele ainda lhe pertencia. Por isso, avançou com um processo judicial, obrigando Paulo a entregar as peças ao tribunal. Passados mais de dois anos, o colecionador viu finalmente a Justiça dar-lhe razão e já entrou com um requerimento para que lhe sejam devolvidas as peças apreendidas.

"Era tudo evitável. Bastava que tivessem ouvido o meu advogado, ou pedido que eu explicasse onde e a quem tinha comprado o material e tinham-me evitado chatices e despesas desnecessárias", desabafou Paulo Alho ao JN, após a sentença a seu favor ter transitado em julgado, sem que Direção Nacional (DN) da PSP tivesse recorrido.

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