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Com tecnologia de ponta, GNR desvenda crimes na estrada

Com tecnologia de ponta, GNR desvenda crimes na estrada

Militares altamente especializados e tecnologia a três dimensões são algumas das razões para o sucesso em centenas de casos.

Miguel Peliteiro, 24 anos, seguia de bicicleta na ciclovia Póvoa-Famalicão quando, em maio, foi colhido por um carro cujo condutor fugiu de imediato, abandonando o estudante de Medicina sem auxílio. Ninguém viu o atropelamento e Miguel só seria socorrido por um solitário caminhante, mais tarde.

Já com o ciclista sujeito a uma delicada operação ao braço e em coma induzido numa cama de hospital, o pai recorreu à Internet para solicitar informações que pudessem levar à identificação do condutor. Tentativa que não surtiu qualquer efeito prático. Apenas o trabalho levado a cabo pelos militares do Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação (NICAV) do Porto da GNR permitiu descobrir a viatura abandonada e, três dias depois do atropelamento, que o condutor tinha 33 anos, residia em Laundos, na Póvoa de Varzim, não tinha carta de condução e circulava num carro furtado.

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