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Concurso para campanha Aldeias Seguras falseado já com "spots" no ar

Concurso para campanha Aldeias Seguras falseado já com "spots" no ar

O concurso para adjudicar a campanha de sensibilização no âmbito das campanhas Aldeias Seguras e Pessoas Seguras, em 2018, foi falseado por elementos da Secretaria de Estado da Proteção Civil (SEPC) e da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC). É o Ministério Público (MP) que o diz, na acusação deduzida no caso "golas antifumo". Foram acusadas 14 pessoas e cinco empresas.

O MP frisa que os vídeos e áudios começaram a ser exibidos na TV e rádio a 28 de maio de 2018 e foram todos entregues até 12 de junho. Porém, os convites para apresentar propostas foram enviados a 27 de junho e o júri só adjudicou o contrato de 90 mil euros a 12 de julho.

Segundo a acusação, após obter luz verde do Ministério da Administração Interna para a campanha, no início de maio, Ricardo Fernandes, técnico na SEPC, disse a Miguel Santos, gerente da empresa SMEMÓRIA, que avançasse com a produção dos spots porque tinham de começar a ser exibidos ainda naquele mês.

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