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Condenado 24 anos depois por burla com cheque em escudos

Condenado 24 anos depois por burla com cheque em escudos

Era contumaz e foi apanhado porque precisou de cuidados de saúde e não tinha documentos. Crime cometido em 1997.

Um pedreiro reformado, de 70 anos, foi condenado pelo Tribunal de Beja a uma pena de um ano e seis meses de prisão, suspensa, por dois crimes que cometeu há 24 anos e que o Ministério Público (MP) considerou não terem prescrito. Joaquim Edmundo, natural de Olhão, usou abusivamente e falsificou um cheque de um familiar, ainda em escudos, para pagar um carro.

Em tribunal, ontem, o arguido reconheceu ter cometido o crime a 5 de novembro de 1997, na aquisição de um carro no valor de 700 mil escudos (3500 euros) a um cidadão de Beja. Convenceu-o a entregar-lhe um Ford Fiesta assegurando-lhe que o cheque "era garantido, porque era de pessoa séria e tinha provisão", mas o vendedor ficou sem carro e sem dinheiro.

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