Violência doméstica

Continua a molestar mulher após condenação a pena suspensa

Continua a molestar mulher após condenação a pena suspensa

Um homem de 47 anos foi detido por violência doméstica agravada sobre a esposa. A 21 de dezembro do ano passado, já havia sido condenado a três anos de prisão, mas a pena foi suspensa na execução.

Entre dezembro de 2020 e 15 de janeiro de 2021, o arguido terá "molestado física, verbal e psicologicamente a vítima, quando se encontrava sob o efeito do álcool, insultando-a, ameaçando-a, encostando-lhe uma navalha ao pescoço e empurrando-a contra uma parede, na residência onde ambos habitavam", na Nazaré, anunciou a Procuradoria Regional de Coimbra.

Refira-se que o homem havia sido condenado pouco tempo antes a três anos prisão por violência doméstica sobre a mulher. A sentença, transitada em julgado a 21 de dezembro, determinara que a pena fosse suspensa na execução por três anos, subordinada a regime de prova.

O arguido voltou a reincidir pelo que foi detido e a 22 de janeiro foi apresentado a Tribunal. Na sequência de promoção do Ministério Público da secção de violência doméstica da Unidade Local de Alcobaça do DIAP da Comarca de Leiria, foi determinado que aguardasse os ulteriores termos do processo em prisão preventiva.

Filha esquizofrénica agredia a mãe para comprar álcool

A Procuradoria Regional de Coimbra anunciou também a detenção de uma mulher de 42 anos, indiciada da prática do crime de violência doméstica agravada, cometido na pessoa da sua mãe, de 83 anos, em Peniche. A mulher deverá ser internada preventivamente em hospital psiquiátrico ou similar.

Para o tribunal ficou "fortemente indiciado que a arguida, que padece de psicose esquizofrénica e é consumidora diária de bebidas alcoólicas, molestou física, verbal e psicologicamente a vítima, no interior da residência comum".

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Os factos foram sendo praticados entre novembro de 2019 e 15 de janeiro de 2021, período em que a arguida, diariamente, exigia que a mãe lhe entregasse dinheiro para comprar bebidas alcoólicas e, sempre que a mesma recusava, desferia-lhe empurrões e partia diversos objetos em casa.

Para além disso, também insultava a vítima, puxava-lhe os cabelos, torcia-lhe os braços, desferia-lhe murros, apontava-lhe facas, ameaçava matá-la e atingiu-a na cara com um balde contendo fezes.

Na sequência de promoção do Ministério Público da secção de Peniche do DIAP da comarca de Leiria, o Tribunal determinou que a arguida aguardasse os ulteriores termos do processo em prisão preventiva, substituída por internamento preventivo em hospital psiquiátrico ou similar.

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