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Covid esvazia de dramas sociais trabalho da PSP no hospital

Covid esvazia de dramas sociais trabalho da PSP no hospital

Urgências do São João chegavam a ter 600 doentes/dia e agora são uma "calmaria". Agentes do Posto de Polícia foram decisivos no início da pandemia para lidar com doentes e familiares.

Todos os dias, viam pessoas com a vida presa por um fio, vítimas de violência doméstica com vergonha de contar como aquele lábio foi rachado ou o olho ficou negro. Quando não eram chamados à Pediatria por suspeitas de abuso sexual de uma criança. Fazem serviço no Posto de Polícia do maior hospital do Norte, o São João, e não se lembram de ver o Serviço de Urgência (SU) tão vazio, apesar do lento regressar à normalidade.

"Desde o início da pandemia que a Urgência tem cerca de um terço do movimento. Até estranhamos tanta calmaria", conta ao JN o chefe Fernando Silva, face protegida por uma pouco prática viseira de proteção, sinal dos tempos estranhos que vivemos e que a todos toca.

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