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Criptomoedas: um dos maiores burlões europeus atuou à vontade em Portugal mas foi detido em Espanha

Criptomoedas: um dos maiores burlões europeus atuou à vontade em Portugal mas foi detido em Espanha

Promessas de altos lucros com criptomoedas enganaram portugueses, mas queixas às autoridades não deram em nada. No país vizinho, esquema foi travado em cinco meses.

Apontado pela Guardia Civil como "um dos maiores burlões a nível europeu com falsos investimentos em criptomoedas", Vítor Fajardo foi detido há um mês em Espanha. O esquema "ponzi" montado em Valência já tinha sido usado em Portugal para, desde 2019, enganar dezenas de pessoas. Três delas contam, ao JN, que apresentaram queixas que, no entanto, foram arquivadas ou continuam sem ter qualquer resultado prático.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e o Banco de Portugal confirmam as denúncias, mas nenhuma destas entidades, contrariamente ao sucedido em Espanha, avançou com ações para acabar com as burlas, proteger vítimas e evitar mais lesados. Aliás, em Portugal, Vítor Fajardo só está a ser julgado por ter burlado uma financeira na compra de um carro.

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