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Críticas ao IMT por dificultar legalização de alterações

Críticas ao IMT por dificultar legalização de alterações

A esmagadora maioria dos automobilistas que se concentram nos locais fiscalizados pelas autoridades tem os seus carros completamente legais. As modificações às características de fábrica são apenas estéticas e os aficionados criticam as dificuldades legais que enfrentam para adaptar os carros ao seu gosto.

Rafael Costa tem 29 anos e desde cedo desenvolveu a paixão pelos carros, particularmente os clássicos. Atualmente, tem um BMW e39 série 5. "Tem jantes e películas pretas. Apenas isso, e está tudo averbado no livrete. Assim ando tranquilo, não há problemas", explicou ao JN, numa concentração improvisada, no Grande Porto. Rafael, tal como muitos outros amigos, gosta de conviver no meio dos carros tuning adaptados ao gosto de cada um.

"Podemos trocar os bancos, rebaixar um bocadinho o carro e meter umas jantes. Fica personalizado. É único. É o nosso, sem que haja nenhum igual", explica Tiago Mota, outro tuner que também critica a via-sacra que têm de percorrer para legalizar alterações. "Gostava de modificar mais elementos, mas em Portugal é impossível. Apesar de o carro ficar com a mesma segurança, o [Instituto da Mobilidade e dos Transportes] IMT não deixa. É pena, porque as oficinas podiam trabalhar mais. É um gosto que a gente tem. Não fazemos mal a ninguém", afirma o dono de um Seat Ibiza.

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