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Defensores dos animais recusam devolver cão esquecido num hipermercado

Defensores dos animais recusam devolver cão esquecido num hipermercado

Um cão amarrado à porta de um hipermercado de Gondomar, por várias horas, justificou uma queixa-crime, por alegado abandono, e deverá justificar outra, por furto.

​​​ Pelo meio, há acusações de maus-tratos e alegada coação pelas redes sociais. De um lado da barricada está António Silva, que quer recuperar "Deco", animal de estimação que estava na família há cerca de 20 anos e de que se esqueceu numa ida às compras. Do outro, está um grupo de ativistas de defesa dos animais, que só admite devolver o cão se tiver a certeza de que não será maltratado.

Na manhã de 23 de setembro, uma sexta-feira, António Silva, de 58 anos, repetiu o seu ritual diário e, na companhia de "Deco", percorreu os 50 metros que ligam a sua casa, em São Pedro da Cova, Gondomar, ao Lidl. À porta deste, como era seu costume, prendeu a trela ao suporte de bicicletas, foi comprar pão e regressou à sua residência. Desta vez, sem o cão.

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