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Derrapagem de 43 milhões em hospital fica sem culpados na Justiça

Derrapagem de 43 milhões em hospital fica sem culpados na Justiça

Obra foi adjudicada às construtoras Somague e Bascol, em fevereiro de 2005, por 37,5 milhões de euros, mas acabou por custar 80,3 milhões.

O Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (MP/DIAP) de Coimbra acaba de arquivar o inquérito em que foram investigadas suspeitas de burla e corrupção, entre outros crimes, associadas à derrapagem financeira da construção do novo Hospital Pediátrico de Coimbra (HPC), inaugurado em 2011.

"Apesar desta discrepância de valores (...), não emergem dos autos indícios suficientes da prática de ilícito típico penal, mormente do crime de burla", concluiu a procuradora da República Cristina Santos, ao arquivar o inquérito. Este fora aberto em 2013, por força da certidão de um relatório da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde que deu conta de "anomalias/patologias na empreitada", designadamente queda de revestimento de paredes, infiltrações de água, vinis de pavimentos empolados e carpintarias empenadas, entre muitos outros, "levando a Polícia Judiciária a investigar crimes de burla qualificada, administração danosa e corrupção, entre outros.

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