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Dono de barco e seguradora condenados por morte de pescador furtivo

Dono de barco e seguradora condenados por morte de pescador furtivo

Advogado e defensor de pescadores atingido por hélice quando mergulhava para apanhar amêijoas ilegalmente. Herdeiros recebem 262 mil euros.

Os herdeiros de um homem de 43 anos, advogado, atingido mortalmente por um barco quando apanhava ilegalmente amêijoas no Tejo, junto a Alcochete, vão receber 262 500 euros de indemnização, por determinação do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O seguro pagará 250 mil euros, o restante será pago pelo comandante da embarcação, que fora contratado pela vítima.

O caso aconteceu a 13 de agosto de 2012. Nessa tarde, Fernando Farinha e um amigo mergulhador foram ao Tejo apanhar amêijoas, mergulhando com botijas de ar, uma atividade proibida por lei. Pagaram ao dono de um barco e este levou-os até meio do rio. Largou-os e afastou-se para não alertar as autoridades. Pelo mesmo motivo, eles não usaram boias para sinalizar a atividade, o que é obrigatório.

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