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Empresário brasileiro usou João Loureiro para afastar suspeitas sobre tráfico

Empresário brasileiro usou João Loureiro para afastar suspeitas sobre tráfico

Notoriedade de ex-presidente do Boavista aproveitada sem o seu conhecimento para servir de "passaporte" contra fiscalização. Denunciante do Lava Jato que beneficiou de indulto de ex-líder do Estado brasileiro detida em hotel de luxo em Portugal.

O ex-presidente do Boavista João Loureiro foi usado pelo amigo Rowles Magalhães Silva, um ex-agente de jogadores, para afastar suspeitas de um voo de jato privado que iria transportar quase 600 quilos de cocaína entre o Brasil e Portugal. O recurso a pessoas VIP para iludir as autoridades foi, aliás, um estratagema recorrente dos cartéis brasileiros.

A garantia foi dada, na terça-feira, pelo delegado da Polícia Federal brasileira, Aldair Gregório, numa conferência de imprensa que anunciou o fim de um dos cartéis que mais cocaína introduziram na Europa e que tinha numa posição de liderança Nelma Kodama, denunciante do esquema de corrupção de políticos brasileiros Lava Jato.

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