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Empresário chinês nega ter ordenado incêndio fatal no Porto

Empresário chinês nega ter ordenado incêndio fatal no Porto

Chenglong Li, o empresário chinês de 25 anos acusado de ter dado ordem para incendiar um prédio no centro da cidade do Porto, que provocou a morte de um inquilino, negou, na quarta-feira, durante a primeira sessão do julgamento, a autoria do crime

"O empresário está a assumir factos evidentes, como a compra do prédio e o negócio imobiliário que se seguiu, mas começou por negar que tenha ordenado o incêndio", referiu a advogada Luísa Macanjo, à porta do Tribunal São João Novo, onde os jornalistas foram proibidos de entrar (ver texto ao lado). A defensora da família de António Gonçalves, que morreu na sequência do fogo, acredita, mesmo assim, que "a ganância é o móbil do crime" que levou cinco pessoas a sentarem-se no banco dos arguidos. Para além de Chenglong Li, também a sua mulher Wen Ni e os portugueses Alberto Abreu, Nuno Marques e Hugo Tavares estão acusados dos crimes de homicídio, cinco tentativas de homicídio, extorsão, incêndio e branqueamento de capitais.

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