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Encomenda para assassinar guarda fica sem castigo

Encomenda para assassinar guarda fica sem castigo

A encomenda da morte de um guarda prisional de Paços de Ferreira não chegará a julgamento.

O Ministério Público entendeu que o testemunho do recluso que recebeu 400 gramas de canábis e a promessa de cinco mil euros para cometer o assassinato, que não chegou a ser concretizado, era suficiente para acusar os presos que delinearam o crime. O caso foi, assim, arquivado. O julgamento começa no próximo mês e tem um chefe da guarda prisional e 20 reclusos como arguidos.

Tudo se passou no final de 2018, quando um recluso, colocado na cadeia de Paços de Ferreira, se aproximou de um guarda e lhe entregou uma faca artesanal e duas placas de canábis com o peso de 200 gramas. Na mesma ocasião, confessou que tinha sido abordado por outros dois presos, que lhe pediram para esfaquear um guarda prisional que, dias antes, apreendeu 800 gramas de haxixe, junto ao bar da cadeia. Os mesmos reclusos que lhe entregaram a faca e a droga, que serviria como pagamento pela autoria do assassinato. Prometeram ainda transferir cinco mil euros para uma conta bancária em seu nome, mas o preso optou por denunciar o crime.

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