Ministério Público

Erro adia julgamento de Carrilho por violência doméstica

Erro adia julgamento de Carrilho por violência doméstica

A última sessão do julgamento de Manuel Maria Carrilho por violência doméstica, que se deveria realizar esta sexta-feira à tarde, foi adiada para um de março, depois de ter sido detetado um erro do Ministério Público.

A reabertura do processo de violência doméstica, que está agora em julgamento, prende-se com um novo facto que a juíza Joana Ferrer tinha recusado avaliar anteriormente, mas que o Tribunal da Relação de Lisboa determinou que teria de ser apreciado. O problema é que a alegação de que teria existido uma ameaça de morte a Bárbara Guimarães terá um erro na data do facto.

O Ministério Público indicou que o novo facto teria ocorrido a 14 de setembro de 2013, mas o advogado de Bárbara Guimarães, José António Pereira da Silva, apercebeu-se do erro, já que tudo terá acontecido a 14 de outubro de 2013, revela o "Diário de Notícias". "Estás a ver estas escadas? Atiro-te e vamos todos ao teu funeral", terá dito Carrilho, na altura, a Bárbara Guimarães.

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