Ambiente

EUA oficializam retorno ao Acordo de Paris  

EUA oficializam retorno ao Acordo de Paris  

Os Estados Unidos da América voltaram a aderir oficialmente ao Acordo de Paris sobre as alterações climáticas, esta sexta-feira, quase um mês depois de Joe Biden ter anunciado à ONU (Organização das Nações Unidas) a intenção de regressar ao pacto.

O atual presidente dos EUA assinou, poucas horas após assumir o cargo, um decreto que revertia a decisão do seu antecessor, Donald Trump, para que o país pudesse voltar a estar comprometido com o Acordo Climático de Paris.

Este acordo, firmado em 2015, prevê o combate às alterações climáticas provocadas e exige que os países definam as suas próprias metas para diminuir os gases com efeito de estufa. Os cientistas afirmam que qualquer aumento das temperaturas médias mundiais acima dos dois graus celsius pode ter um impacto violento em grandes partes do mundo.

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O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a reentrada dos EUA "é muito importante", tal como o anúncio de Biden que declara que os Estados Unidos voltarão a fornecer ajuda climática aos países mais pobres, conforme definido em 2019.

Salienta-se que os EUA são o segundo maior emissor de gases do mundo, e Biden garante atingir o valor zero no país até 2050. Guterres enfatiza: "Esperamos que os valores se traduzam numa redução muito significativa de emissões e que sejam um exemplo a ser seguido por outros países".

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