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Falta de enfermeiros força guardas a lidar com desfibrilhadores

Falta de enfermeiros força guardas a lidar com desfibrilhadores

Os guardas prisionais vão receber formação para, em casos de paragem cardiorrespiratória, usarem desfibrilhadores. Para a Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional, trata-se de "colmatar uma grave lacuna do sistema": a ausência de médicos e enfermeiros, 24 horas por dia, em todas as cadeias.

Por outro lado, a associação teme que o pessoal da guarda prisional venha a ser responsabilizado por problemas de saúde causados pelo uso do equipamento em reclusos.

A referida ação formativa esteve programada para junho, mas as contingências da pandemia da covid-19 levaram ao seu adiamento. Agora, ao JN, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) informa que a mesma vai ser ministrada este mês, "por pessoal de saúde habilitado", e destina-se "aos profissionais de saúde e aos graduados de serviço da guarda prisional, em todos os estabelecimentos".

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