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Falta de investimento em saúde mental potencia homicídios

Falta de investimento em saúde mental potencia homicídios

Quatro assassínios cometidos em menos de um mês num contexto familiar marcado por doenças mentais. Especialistas criticam falta de apoio e temem que o confinamento venha agravar a situação.

Fátima Martinho, de 52 anos, empurrou o filho autista para o fundo de um poço, existente na aldeia de Cabanelas, Mirandela, provocando-lhe a morte. Tentou suicidar-se, mas foi impedida por um familiar. Na Maia, Adélia Viana, de 72 anos, matou a filha com um cocktail de medicamentos dissimulado numa bebida, que também ingeriu até falecer. Sofia Tavares, 48 anos e também com problemas do foro mental, asfixiou a mãe de 82 anos, até à morte, em Vila Nova de Gaia.

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