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Famílias de 15 vítimas mortais da legionela ainda sem respostas

Famílias de 15 vítimas mortais da legionela ainda sem respostas

Faz esta quinta-feira três meses que o Ministério Público anunciou a abertura de um inquérito às mortes causadas por um surto de legionela na zona litoral Norte do Porto.

"Somos os esquecidos. Morreram 15 pessoas e ninguém diz absolutamente nada!", atira, revoltada, Renata Martins. Três meses e meio depois, "nem Câmara, nem Saúde, nem Ministério Público (MP). Nem um telefonema".

O pai, José Silva, de 73 anos, continua a recuperar. Foi um dos 88 infetados no surto de legionela que, em outubro e novembro, atingiu os concelhos de Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim, matando 15 pessoas. Renata Martins continua à espera de respostas. Ela, as vítimas e as famílias dos outros 87, mas a culpa parece cada vez mais perto de "morrer solteira". Faz hoje três meses que o Ministério Público abriu um inquérito, ainda sem resultados. Ao JN, observou que o caso continua em segredo de justiça.

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