Supremo Tribunal de Justiça

FAP recorre da indemnização de 150 mil euros pela morte de Marlon Correia

FAP recorre da indemnização de 150 mil euros pela morte de Marlon Correia

A Federação Académica do Porto (FAP), que foi condenada, há mês e meio, a pagar uma indemnização de 150 mil euros aos pais do estudante Marlon Correia, assassinado em 2013, durante um assalto no recinto da Queima das Fitas, já recorreu da sentença junto do Supremo Tribunal de Justiça.

A FAP entende que fez tudo o que estava ao seu alcance para cumprir com o dever de proteção das pessoas que colaboravam com a organização da Queima das Fitas.

Em setembro, os juízes da Relação consideraram que a FAP tinha a obrigação de zelar pela segurança e integridade física dos trabalhadores, mas falhou nessa responsabilidade, tendo assim contribuído para a morte de um estudante que estava ao seu serviço.

No tribunal cível de primeira instância, o juiz tinha absolvido a FAP de qualquer responsabilidade, mas os pais recorreram para a Relação, que acabaria por condenar a estrutura estudantil.

Os factos remontam à madrugada de 4 de maio de 2013. Marlon, de 24 anos, estava no Queimódromo a trabalhar na venda de bilhetes quando surgiu um grupo de assaltantes que disparou contra o estudante

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