Rui Pinto

Football Leaks: houve informação que só podia vir da PLMJ, diz assistente

Football Leaks: houve informação que só podia vir da PLMJ, diz assistente

Luís Pais Antunes, sócio-gestor da PLMJ, disse esta quarta-feira, em tribunal, que houve informações publicadas no âmbito do Football Leaks que "com toda a evidência" só podiam vir da sociedade de advogados que dirige. O advogado acrescentou que, tanto quanto sabe, nenhuma dessa informação deu origem a qualquer investigação judicial.

Pais Antunes, o primeiro de quatro advogados que, esta quarta-feira, prestam declarações no Tribunal Central Criminal de Lisboa, afirmou que os acessos indevidos ocorreram porque o responsável se apropriou de credenciais internas da empresa, o que fez com que fossem mais difíceis de detetar. O advogado disse ainda que esse acesso não foi "pontual" mas sim "prolongado".

Pais Antunes acrescentou que houve informação divulgada que pode não ter tido origem na PMLJ, mas sim noutras sociedades ou entidades. No entanto, teve a certeza de que o escritório que dirige estava a ser atacado quando, no final de 2018, viu publicamente divulgados e-mails que tinha trocado com o advogado João Medeiros horas antes.

A terceira sessão do julgamento de Rui Pinto - que está presente na sala - prossegue com as declarações dos assistentes Rui Costa Pereira, João Medeiros e Inês Costa.

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