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Freira acusa noviças: "Porcas, sujas, mentirosas. Não fazem falta nenhuma"

Freira acusa noviças: "Porcas, sujas, mentirosas. Não fazem falta nenhuma"

Arminda, uma das irmãs da Fraternidade Cristo Jovem acusadas de escravizar noviças no seu "convento", em Requião, Famalicão, confessou ao Ministério Público que castigava as jovens quando elas mentiam ou desobedeciam.

"Quando desobedeciam, chamava primeiro a atenção, e depois podia dar uns estalos", admitiu. Também disse que as insultava e até contou de que forma: "São umas porcas, umas sujas, mentirosas, não fazem falta nenhuma, não têm educação e não têm família".

No processo consultado pelo JN a confissão de Arminda, hoje com 69 anos, consta como tendo sido feita em dezembro de 2015, no Tribunal de Famalicão, depois de no primeiro interrogatório judicial, a 23 de novembro, após a operação da Polícia Judiciária (PJ) do Porto, nem ela, nem as duas outras religiosas, Isabel e Joaquina, nem o padre Joaquim Milheiro, também arguidos no caso, terem prestado declarações.

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