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Aeroporto de Lisboa

Funcionária ficava com dinheiro pago por excesso de bagagens

Funcionária ficava com dinheiro pago por excesso de bagagens

Uma funcionária que prestava serviços para a TAP no Aeroporto de Lisboa foi acusada de burla, peculato e falsidade informática. Recebia pagamentos em dinheiro, mas depois imputava as despesas a cartões de crédito de outros passageiros. Ter-se-á apropriado indevidamente de mais de 2 mil euros.

Os crimes terão ocorrido entre 30 de maio de 2021 e 9 de fevereiro deste ano. A arguida trabalhava para uma empresa que prestava serviços para a TAP no aeroporto Humberto Delgado. Entre as tarefas a seu cargo estavam o "check-in" de passageiros e a reserva de passagens aéreas.

Segundo o Ministério Público, a arguida ficou com verbas devidas por excesso de peso de bagagens e alterações de reservas para voos. A acusação refere que a funcionária ficava com os valores pagos em numerário. Depois, no sistema informático, registava o pagamento como se tivesse sido realizado através de cartão bancário, cujos números retirava de cartões pertencentes a outros passageiros.

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A página do MP da Comarca de Lisboa comunica que a arguida foi acusada de um crime de burla simples, um crime de peculato na forma continuada e um crime de falsidade informática na forma continuada. É pedido que sejam declarados perdidos a favor do Estado 2125 euros, quantia da qual a arguida se apoderou.

O inquérito foi dirigido pelo DIAP de Lisboa com a coadjuvação da PSP.

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