Vila Real

Furtados seis mil euros e 200 cartões bancários de condóminos

Furtados seis mil euros e 200 cartões bancários de condóminos

Uma empresa de gestão de condomínios foi assaltada por desconhecidos, ontem, em pleno centro histórico de Vila Real. Aproveitando a ausência dos funcionários, que tinham saído para almoçar, pessoas ainda não identificadas entraram no número 41 da Rua 31 de Janeiro e, subindo ao 1.º andar, forçaram a porta de entrada dos escritórios da Bilacondomínio.

Lá dentro, depois de revirarem armários e gavetas, apoderaram-se de uma pasta de couro com uma quantia, em notas, superior a seis mil euros. Quem lá foi, aparentemente, sabia ao que ia e deu com um cofre metálico onde estavam guardados "mais de 200 cartões multibanco", como contou ao JN fonte próxima da empresa.

O assalto terá demorado minutos. Ainda na hora do almoço, funcionários de outros escritórios daquele edifício, incluindo gabinetes de advogados, regressaram aos respectivos locais de trabalho e não notaram a presença de estranhos. Só por volta das 14 horas, quando os empregados da Bilacondomínio voltaram, é que foi notada "a bagunça" no local. Daí a constatarem a falta da pasta de couro e dos cartões de multibanco de clientes foi um instante.

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A PSP enviou ao local elementos da Investigação Criminal e da Brigada de Polícia Técnica Forense.

A empresa assaltada tem entre os clientes muitos emigrantes que nela confiaram a gestão de casas arrendadas na terra Natal. Com os cartões, a empresa pagava-se de quotas de condomínio e depositava rendas.

Os ladrões não terão levado os códigos, mas cartões podem servir, ainda assim, para fazer compras e pagamentos até 50 euros, ou pagamentos de portagens, por exemplo, até os seus titulares pedirem aos bancos para os anular. Alguns serão de contas e bancos estrangeiros.

Sem videovigilância

Embora 31 de Janeiro integre o centro histórico da capital transmontana, bastante frequentada e onde proliferam comércios e outras actividades de apoio, nenhuma loja ou serviço, muito menos as ruas, possuem câmaras de vigilância. Este facto poderá atrasar o trabalho da PSP

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