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Gangue que assaltou Santander rejeita videoconferência

Gangue que assaltou Santander rejeita videoconferência

Coletivo de juízes quer prosseguir julgamento em Braga mas advogados opõem-se. Recusada libertação de quatro presos preventivos.

Nove advogados do processo de assaltos ao banco Santander Totta, em Braga, e a vivendas no Minho, pediram ao tribunal que considere não ser "possível nem adequado continuar o julgamento, por meios eletrónicos". E que tal seria inconstitucional, por violar garantias de defesa.

A possibilidade de realização de julgamentos por videoconferência surge depois de o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça ter disponibilizado 157 "salas virtuais" nos tribunais de primeira instância, tribunais de relação e Supremo Tribunal de Justiça, através da plataforma Webex.

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