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GNR apela a peregrinos que não se desloquem até Fátima

GNR apela a peregrinos que não se desloquem até Fátima

O diretor de operações da GNR, Vítor Rodrigues, apelou esta sexta-feira aos cidadãos que, neste mês de maio, não se desloquem em peregrinação até ao Santuário de Fátima. O objetivo é evitar a propagação da Covid-19.

"Porque estamos a iniciar o mês de maio - o mês mariano -, gostava aqui de deixar uma mensagem muito clara a todos aqueles que pretendam, como normalmente acontece, iniciar as suas peregrinações com o objetivo de chegar a Fátima no dia 13 de maio para as celebrações maiores, que não o façam", afirmou o coronel, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo da PSP, Luís Elias, destinadas a apresentar a operação "Transição Segura".

"Este ano, as regras são outras", sublinhou Vítor Rodrigues.

Até às 23.59 horas de domingo, dia 3, estão proibidas, por decisão do Governo, as deslocações para fora do concelho de residência, exceto para receber cuidados de saúde ou trabalhar. Neste último caso, os cidadãos são obrigados a estar munidos de uma declaração da entidade empregadora a atestar a situação.

Entre 3 e 17 de maio, a população está igualmente sujeita, no âmbito do estado de calamidade decretado na quinta-feira em Conselho de Ministros, ao dever cívico de recolhimento domiciliário. Tal significa, na prática, que os cidadãos só poderão sair de casa para determinados propósitos, nos quais não se incluem a participação em celebrações religiosas.

A estratégia de levantamento do confinamento apresentada na quinta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, prevê que as cerimónias religiosas comunitárias sejam retomadas apenas a 30 e 31 de maio, mediante regras a definir entre a DIreção-Geral de Saúde e as diversas confissões. O calendário poderá ser alterado em função da evolução da pandemia de Covid-19.

Esta sexta-feira, Vítor Rodrigues e Luís Elias reiteraram o apelo a todos que cumpram as restrições de circulação em vigor, para que não se desperdicem os resultados alcançados até ao momento no combate à doença.

"Maior liberdade, maior responsabilidade. Nesta situação de desconfinamento, terão de se manter os esforço e o sacrifício já efetuados até ao momento por parte de todos os cidadãos", salientou o superintendente da PSP.

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