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GNR detém homem em flagrante delito por cultivo e tráfico de canábis

GNR detém homem em flagrante delito por cultivo e tráfico de canábis

Para procurar despistar as autoridades, um indivíduo, de 40 anos, residente em Ferreira do Alentejo, plantava canábis junto à Ribeira do Roxo, no vizinho concelho de Aljustrel, mas os militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR desta última localidade detiveram o suspeito em flagrante delito.

Foram apreendidas ao suspeito mais de 2829 doses de liamba, haxixe e cocaína, bem como 29 plantas de canábis, e de uma elevada quantidade em dinheiro. Presente na quarta-feira a um juiz de instrução criminal do Tribunal de Ourique, o arguido foi libertado e sujeito a apresentações semanais no posto da GNR da localidade onde reside.

A operação dos militares do NIC de Aljustrel foi o culminar das diligências de investigação levadas a cabo ao longo de vários meses, que se tinham iniciado na sequência de uma denúncia de populares para a eventual existência de movimentações suspeitas que deixavam indiciar a existência do tráfico de estupefacientes.

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A Ribeira do Roxo, onde, em meados de junho, foi feita uma descarga ilegal de efluentes, fica na linha de ligação dos concelhos de Aljustrel e Ferreira do Alentejo, num local de difícil acesso.

Com as coordenadas do local onde o suspeito plantava a canábis, foi possível à GNR "localizar e deter o suspeito quando se preparava para colher as plantas de canábis", revelou em comunicado o Gabinete de Comunicação e Relações Públicas do Comando Territorial de Beja.

Depois da detenção do suspeito, os militares dos NIC levaram a cabo nove buscas, três domiciliárias e seis não domiciliárias em veículo, e apreenderam 1747 doses de liamba, 1072 doses de haxixe, 10 doses de cocaína, 29 plantas e uma semente de canábis, cinco cogumelos alucinogénios, 710 euros em numerário, nove munições, duas balanças e um veículo, além de diverso material destinado ao cultivo e comercialização dos estupefacientes.

A ação contou com o reforço de militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Beja.

Além de tráfico de estupefacientes, o arguido é suspeito do crime de posse de arma proibida.

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