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Governo investiu mais, mas salários e renda do DCIAP dispararam

Governo investiu mais, mas salários e renda do DCIAP dispararam

Aumento de verbas que Governo destinou à Procuradoria-Geral da República foi absorvido por despesas até então pagas por outra estrutura do Estado.

Os encargos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) teve com remunerações de magistrados, que antes eram suportadas por outra entidade do Estado, assim como o aumento de 40% da renda do edifício onde está instalado o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), passando de 533 mil para 746 mil euros anuais, absorveram a maioria do aumento de dotação orçamental que o Governo atribuiu este ano à PGR.

Depois de o diretor do Departamento de Investigação e Ação Penal (DCIAP) ter feito críticas, numa conferência reservada, sobre a dotação orçamental de que dispõe para combater o crime, o secretário de Estado Adjunto e da Justiça, Mário Belo Morgado, veio a público censurar as declarações daquele procurador. Seguiram-se garantias de que o orçamento da PGR (de que depende diretamente io DCIAP) tem vindo aumentar, de 37 para 48 milhões entre 2020 e 2021, sendo que, na proposta de Orçamento de Estado para 2022 (ontem chumbada pela Assembleia da República), ascende a 52 milhões de euros.

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