Prisões

Guardas prisionais encontraram homicida de Beatriz Lebre morto na cela

Guardas prisionais encontraram homicida de Beatriz Lebre morto na cela

Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais abriu inquérito interno após jovem suspeito da morte de uma colega da universidade, em maio, ter sido encontrado morto na cela, no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

A notícia foi avançada no domingo à noite pela Sic Notícias e confirmada, esta segunda-feira, pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).

Numa resposta enviada à Lusa, a DGRSP diz que o recluso foi encontrado pelos guardas prisionais cerca das 23 horas de domingo, na cela individual, e que foram imediatamente chamados os serviços clínicos do EPL e ativado o INEM, que confirmou o óbito.

"Como decorre do legalmente previsto, foi chamado ao estabelecimento prisional órgão de polícia criminal e feitas as comunicações às autoridades judiciais competentes, tendo o corpo sido encaminhado para o Instituto Nacional de Medicina Legal para autópsia", acrescenta.

A DGRSP diz ainda que, "em conformidade com o regulamentarmente previsto, decorre processo de inquérito interno".

O jovem, de 25 anos, tinha sido detido em maio pela Polícia Judiciária, "por fortes indícios da prática de um crime de homicídio" de uma colega de faculdade.

O corpo da mulher, uma estudante de psicologia de 23 anos, foi encontrado no rio Tejo, na zona de Santa Apolónia, em Lisboa, no dia 29 de maio.

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