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Guardas prisionais soltos e controlados através do telefone

Guardas prisionais soltos e controlados através do telefone

Um dos três guardas prisionais detidos desde novembro passado na Operação Entre-Grade, da PJ do Porto, por suspeita de introduzirem droga e telemóveis na cadeia de Paços de Ferreira, foi colocado em prisão domiciliária.

Delfim Dispenza, que sofre de doença cardíaca e de depressão grave, não usará, no entanto, pulseira eletrónica: vai ser controlado por chamadas telefónicas feitas de forma aleatória pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) para a sua habitação.

José Manuel Coelho, chefe da Guarda Prisional que também está em prisão preventiva, aguarda libertação, enquanto Manuel Borges, outro chefe, se manterá na cadeia de Évora, apesar de, tal como Dispenza, também estar deprimido e a enfrentar uma doença autoimune crónica. Para o tribunal o estado de saúde de Manuel Borges, embora frágil, é compatível com a permanência na prisão.

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