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Inspetor acusado de matar ucraniano atribui feridas de Ihor a convulsão

Inspetor acusado de matar ucraniano atribui feridas de Ihor a convulsão

A defesa de um dos três inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) acusados de matar à pancada um cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa atribui parte das feridas identificadas no corpo de Ihor Homeniuk à convulsão que este sofreu dois dias antes de morrer, a 12 de março de 2020.

Na contestação à acusação do Ministério Público (MP), consultada esta sexta-feira pelo JN, a advogada de Luís Silva, Maria Manuel Candal, insinua ainda que foram seguranças do Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária (EECIT) do SEF no aeroporto a manietar e agredir a vítima.

A tese quanto ao comportamento dos vigilantes de uma empresa contratada pelo SEF é partilhada por outro dos arguidos, cuja argumentação foi, esta sexta-feira, divulgada pelo semanário "Expresso". Tal como a representante de Silva, Ricardo Sá Fernandes, mandatário de Bruno Sousa, apoia a sua posição nas imagens de videovigilância do EECIT, que não cobre a sala onde Homeniuk terá sido assassinado.

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