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Aliança foi a chave para identificar cremado por engano

Aliança foi a chave para identificar cremado por engano

A aliança de casamento que restou da cremação foi determinante no reconhecimento das cinzas pertencentes ao português que foi cremado por engano por uma funerária espanhola em Vigo.

O caso está entregue à justiça em Espanha, mas a advogada da família considerou que, juntamente com alguma documentação relacionada com o processo, havia "provas suficientes" para libertar os restos mortais do madeireiro, natural de Cossourado, Paredes de Coura. As cinzas de Jorge Miguel Barbosa da Cunha, que morreu vítima de um acidente de trabalho na Galiza no dia 30 de abril, já foram trasladadas. Foram depositadas, quinta-feira, após uma emocionada cerimónia fúnebre, num jazigo familiar na freguesia de S. Jorge, em Arcos de Valdevez, a terra natal da mulher.