Pisões

Corpo de professora do Montijo foi encontrado por dono de terreno que ardeu

Amélia Fialho tinha 59 anos|

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Amélia com a filha, que alertou para o desaparecimento|

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Amélia e o genro, suspeito de a matar|

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O corpo de Amélia Fialho foi encontrado, quinta-feira, por casualidade num terreno queimado, em Pisões.

Na madrugada de domingo, por volta das cinco horas da madrugada, os Bombeiros Voluntários de Canha foram chamados para um incêndio florestal nas imediações do cemitério das Figueiras, em Pisões. Seria um foco de incêndio provocado pelos suspeitos de matar e queimar Amélia Fialho.

Segundo dados da PJ, a mulher terá sido envenenada e agredida no sábado à noite, tendo sido transportada de carro para o local onde seria queimada, na madrugada de domingo.

Por ocasião do incêndio, não se sabia ainda que Amélia estava desaparecida. A participação foi feita na PSP do Montijo, pela filha e suspeita do crime, Diana, apenas na segunda-feira.

Na quinta-feira, o proprietário do terreno afetado pelas chamas foi ao local, acompanhado da GNR, para avaliar e identificar a área ardida. Foi aí que encontraram o corpo de Amélia Fialho. Estava carbonizado e enrolado numa carpete.

O corpo apresentava sinais de ter sido desmembrado, mas não foi possível perceber, ainda, se terão sido os assassinos ou animais selvagens, durante os dias em que o corpo esteve no local.

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