Montijo

Martelo usado para matar Amélia Fialho estará no fundo do Tejo

 foto DR

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O martelo que terá sido utilizado por Diana Fialho e Iuri Mata para desferir os golpes fatais na professora do Montijo Amélia Fialho ainda não foi encontrado pela Polícia Judiciária, que investiga o homicídio.

A investigação apurou que a arma terá sido atirada ao Tejo, na Ponte Vasco da Gama.

Diana Fialho, de 23 anos, e o marido, Iuri, de 27, estão em prisão preventiva, depois de terem confessado à Polícia Judiciária que tinham drogado Amélia, matando-a a seguir com golpes de martelo, à vez. Depois, embrulharam o corpo num tapete, levaram-no para um campo e pegaram-lhe fogo com gasolina e um isqueiro que compraram numa bomba de gasolina. Fingiram o desaparecimento durante dias, até serem desmascarados.

Sabia-se já que o móbil do crime seria o dinheiro, para além do mau relacionamento. De uma assentada, garantiriam a liberdade e a independência económica. Em causa, dado o boom imobiliário na cidade do Montijo, que, em quatro anos, fez duplicar o valor das casas, estariam, apenas nos dois apartamentos que Amélia ali possuía, cerca de 300 mil euros.

Um era a casa onde os três habitavam, um duplex, do qual tinham sido "despejados" pela professora dias antes e que vale mais de 200 mil euros. Foi para esta casa que Diana se mudou de uma instituição na cidade de Setúbal aos nove anos. A outra valeria mais de 80 mil.

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