Justiça

Braço direito de Bruno de Carvalho em silêncio no Tribunal

Braço direito de Bruno de Carvalho em silêncio no Tribunal

O braço direito de Bruno de Carvalho, André Geraldes, optou por manter-se em silêncio, no interrogatório judicial que começou esta tarde, no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, onde foi levado pela Polícia Judiciária com os outros três detidos na operação "Cashball".

De acordo com informações recolhidas pelo JN, também Gonçalo Rodrigues, funcionário do Sporting, e João Gonçalves, empresário, se recusaram a prestar declarações ao juiz de instrução criminal. Apenas Paulo Silva, o arrependido, que entregou à justiça um telemóvel com mensagens de WhatsApp, atestando de um alegado esquema de corrupção, com pagamento de luvas a árbitros de andebol e jogadores da primeira liga, destinado a favorecer o Sporting, aceitou prestar declarações.

O homem, recorde-se, já tinha sido constituído arguido em março, quando apresentou a primeira denúncia. Desde então foi ouvido mais três vezes. No interrogatório desta tarde voltou a afirmar ter participado no alegado esquema de corrupção em oito partidas de futebol e dez de andebol. Confirmou tudo que tinha dito nos anteriores interrogatórios.

André Geraldes, Gonçalo Rodrigues, João Gonçalves e Paulo Silva foram ontem detidos pela Polícia Judiciária do Porto que efetuou buscas na SAD do Sporting Clube de Portugal, em Alvalade, mas na casa do empresário que denunciou a alegada corrupção de árbitros no campeonato de Andebol da época transata e de jogadores da Liga.

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