Paços de Ferreira

Estado dá 145 mil euros a pais de Guarda Prisional por morte da filha

Estado dá 145 mil euros a pais de Guarda Prisional por morte da filha

Os pais de Carla Amorim, a guarda prisional que morreu em novembro de 2018 numa ação de formação de tiro, em Paços de Ferreira, vão receber uma compensação do Estado de 145 mil euros.

No despacho assinado pelos ministros da Justiça e das Finanças, publicado esta quinta-feira em Diário da República, é dada luz verde às conclusões do inquérito "de apuramento dos factos constitutivos do direito à compensação pelo falecimento da Guarda Prisional".

No relatório homologado pela Direção dos Serviços Prisionais "concluiu-se que se verifica a existência de nexo de causalidade entre o risco inerente ao exercício da função de segurança e o falecimento da Guarda Prisional".

Segundo o documento, o valor da indemnização atribuir "deve corresponder a duzentas e cinquenta vezes o valor da retribuição mínima mensal garantida para o ano de 2018 e que os beneficiários da compensação são os pais de Carla Miranda Amorim, José António Freitas Amorim e Maria de Fátima Pinto Miranda Amorim, notarialmente habilitados como seus únicos herdeiros", pode ler-se.

A jovem de 32 anos, natural de Mesão Frio, vivia em Baião, estava em formação de tiro quando foi atingida por uma bala, disparada pela arma do instrutor.

Carla Amorim que era guarda prisional desde 2012, morreu no local, a carreira de tiro da cadeia central de Paços de Ferreira, situada no exterior daquele estabelecimento prisional.

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