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Desaparecimento de ouro na Judiciária do Porto dá cadeia

Desaparecimento de ouro na Judiciária do Porto dá cadeia

O ex-companheiro de uma funcionária administrativa da Polícia Judiciária (PJ) do Porto vai ficar quatro anos e seis meses preso, por ter incentivado ao furto e vendido duas barras de ouro que estavam apreendidas e à guarda da PJ.

O Tribunal da Relação do Porto também confirmou a pena aplicada em primeira instância à arguida: quatro anos de prisão, com pena suspensa, e proibição de exercício de funções públicas durante esse período.

O ouro - mais de cinco quilos (5526,796 gramas), avaliados em cerca de 180 mil euros - estava guardado num cofre transitório geral situado na cave do edifício da PJ, ao qual a funcionária Dulce Faria tinha acesso.