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Coimbra

Detido eletricista que cultivava canábis em casa

Detido eletricista que cultivava canábis em casa

Um homem de 29 anos de idade foi detido, em Coimbra, pela Polícia Judiciária (PJ), por, alegadamente, ser proprietário de "uma relevante unidade de cultivo e preparação artesanal" de canábis, numa residência daquela cidade.

A detenção do suspeito ocorreu na quarta-feira no âmbito de ações operacionais contra "tráfico de estupefacientes na cidade de Coimbra", incidindo no combate ao "cultivo e comercialização ilícita de canábis", desencadeadas pela Diretoria do Centro da PJ "nos últimos dias", anunciou esta sexta-feira esta força policial.

O suspeito, eletricista de profissão, foi "abordado e detido em flagrante delito" por elementos da Judiciária, "numa residência, onde possuía uma relevante unidade de cultivo e preparação artesanal" daquele tipo de droga, refere a PJ numa nota enviada esta sexta-feira à agência Lusa.

"Desta ação resultou a apreensão de 1930 euros em numerário, cerca de 1300 doses de canábis, bem como toda a parafernália de equipamentos e produtos químicos utilizados no seu cultivo, processamento e pesagem", acrescenta a Polícia Judiciária.

A "especificidade deste caso", sublinha a PJ, fez com que "os trabalhos de desmantelamento desta unidade de produção de estupefacientes" fossem desenvolvidos em estreita colaboração com o Laboratório de Polícia Cientifica, que "fez deslocar elementos ao local".

O detido, sem antecedentes criminais, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido "aplicadas as medidas de coação de apresentações diárias às autoridades e proibição de frequentar locais conotados com o tráfico e consumo de estupefacientes".

Entretanto, na sequência da operação "Craxis", no decurso da qual foram detidas, em 20 de novembro deste ano, sete pessoas, a Judiciária deteve hoje "um indivíduo em cumprimento de mandado de detenção emitido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra".

O homem, de 60 anos de idade, que foi intercetado pela Judiciária quando "regressava ao nosso país vindo de Espanha", tem "antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime", adianta, na mesma nota, a Diretoria do Centro da PJ.

O detido "vai ser presente às autoridades judiciárias para aplicação das medidas de coação adequadas", refere ainda a Judiciária.

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