Tancos

Ex-diretor da PJ Militar sai de prisão preventiva

Ex-diretor da PJ Militar sai de prisão preventiva

O Tribunal da Relação decidiu libertar o coronel Luís Vieira, o ex-diretor da Polícia Judiciária Militar, que estava em prisão preventiva desde setembro, no âmbito do caso do furto de armas de Tancos.

A cadeia de Tomar foi notificada, esta quarta-feira, da libertação imediata de Luís Vieira. A decisão do Tribunal da Relação resulta de um recurso apresentado pela defesa do ex-diretor da PJM, contestando a medida de coação de prisão preventiva, entre outras matérias.

Em declarações à Lusa, o advogado de Luís Vieira explicou que o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa determinou a libertação sendo aplicada apenas a medida de coação Termo de Identidade e Residência (TIR).

"Vamos agora estudar o acórdão", explicou Rui Baleizão adiantando que o seu constituinte já saiu do Estabelecimento Prisional de Tomar, onde se encontrava detido desde setembro.

O processo de Tancos, que resulta da apensação do processo do furto de armas e do aparecimento das mesmas meses depois na Chamusca, tem 20 arguidos, dos quais nove estão em prisão preventiva e um em prisão domiciliária.

Os crimes indiciados são terrorismo internacional, associação criminosa, tráfico de droga, furto, detenção e tráfico de armas, tráfico de influência, e denegação de justiça e prevaricação, falsificação de documento e abuso de poder.