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Fraude na AIMinho usou 10 empresas para rodar verbas de fundos europeus

Fraude na AIMinho usou 10 empresas para rodar verbas de fundos europeus

Acusação do Ministério Público refere desvio de 9,7 milhões. Empreitada da sede de empresa foi financiada com inflação de 680 mil euros nos custos.

A acusação do Ministério Público (MP) sobre o caso da Associação Industrial do Minho (AIMinho), num processo com 126 arguidos (79 pessoas singulares e 47 empresas) envolve 10 empresas para circulação de dinheiro dos fundos europeus e uma fraude de quase 700 mil euros na construção do edifício do Instituto Empresarial do Minho (IEMinho), em Vila Verde. Enumera ainda irregularidades em formação, apoio a empresas, publicidade e viagens. No total, terão sido desviados finalidade 9,7 milhões de verbas comunitárias.

O documento do MP, a que o JN teve acesso, aponta seis arguidos como mentores de um esquema de fraudes, na obtenção de subsídios e ao Fisco: António Marques (ex-presidente), Nuno Martinho Martins, Raquel Vilaça, Rui Fernandes, Nuno Gomes e António Rocha, ex-dirigentes.

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