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"Hacker" Rui Pinto fica em prisão domiciliária na Hungria

"Hacker" Rui Pinto fica em prisão domiciliária na Hungria

Rui Pinto, o português que foi detido na quarta-feira em Budapeste, vai aguardar a decisão sobre a sua extradição para Portugal em prisão domiciliária, decidiu esta manhã um tribunal húngaro.

Francisco Teixeira da Mota, o advogado português do "hacker", confirmou à TSF que o seu cliente irá permanecer em prisão domiciliária na Hungria, enquanto as autoridades húngaras avaliam se o irão extraditar. A defesa opõe-se à extradição.

O português de 30 anos foi detido na quarta-feira, acusado dos crimes de extorsão qualificada na forma tentada, acesso ilegítimo, ofensa a pessoa coletiva e violação de segredo.

Os advogados do português admitem que Rui Pinto acedeu a informação privilegiada de clubes de futebol mas que o fez ao abrigo do estatuto de "denunciante" de práticas contrárias à lei e que, por isso, deve ser protegido.