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Mãe de GNR agredido: "Choro a pensar nos socos que o meu filho apanhou"

Mãe de GNR agredido: "Choro a pensar nos socos que o meu filho apanhou"

"Ainda choro ao pensar nos mais de 20 socos que o meu filho apanhou". A mãe de um dos recrutas mais atingidos pelos murros e pontapés do instrutor de bastão extensível, durante o 40.º Curso de guardas da GNR, no Centro de Formação de Portalegre, contou, ao JN, a revolta que sentiu quando viu as imagens das agressões.

"Não consigo ver ali qualquer coisa boa. Só vejo violência gratuita e com aquele tipo de treino só podem estar a criar militares violentos e agressivos", afirma, não excluindo a possibilidade de ir para tribunal.

Sob anonimato, por temer represálias para o filho, que quer acabar o curso, conta tudo o que sentiu, até porque ele foi um dos feridos mais graves e esteve vários dias internado, chegando a ser operado.

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