Justiça

Mota-Engil ganhou mais obras públicas do que Grupo Lena

Mota-Engil ganhou mais obras públicas do que Grupo Lena

Bandeira dos governos de José Sócrates, o programa de modernização das escolas secundárias foi um jackpot para o Grupo Lena (GL), que lhe valeu quase 140 milhões de euros e, agora, sustentará parcialmente os indícios de corrupção invocados pela Justiça para prender o administrador Joaquim Barroca e o ex-primeiro-ministro.

Mas, numa análise à globalidade das adjudicações registadas no portal dos contratos públicos e às parcerias público-privadas (PPP), o Lena já cai para plano secundário. E deixa de fazer sentido aplicar-lhe, como tem sido repetido em títulos de Imprensa, a propósito das investigações da Operação Marquês, o rótulo de "construtora do regime socrático". Se houve construtora de regime, nos dois governos de Sócrates (2005-11), ela foi a Mota-Engil. Nas PPP e nas escolas, a Mota andou sempre à frente.

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