Seixal

MP pede pena máxima para irmãs que mataram recém nascida à facada

MP pede pena máxima para irmãs que mataram recém nascida à facada

O Ministério Público pediu, esta quinta-feira, que fosse aplicada a pena máxima a Rafaela e Inês Cupertino, pela morte da filha da primeira no momento do parto, que decorreu na noite de dez de abril em casa no Seixal.

O procurador do MP, Joaquim Moreira da Silva, admite ainda assim uma atenuação da pena para Inês, tendo em conta que foi Rafaela quem desferiu as três facadas mortais no peito da própria filha. As arguidas respondem por homicídio qualificado e profanação de cadáver.

Durante as alegações finais do julgamento, que decorre no Tribunal de Almada, a defesa das irmãs considerou que Rafaela deve ser condenada por homicídio privilegiado, ou infanticídio, aplicando o tribunal uma pena suspensa. Quanto à irmã, Inês, Manuel Guerra Henriques pediu que fosse absolvida de todos os crimes.

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