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PJ e Fisco travam fraude de milhões com fundos europeus

PJ e Fisco travam fraude de milhões com fundos europeus

Cinco empresários foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto e são suspeitos de mandarem em cerca de duas dezenas de empresas de fachada, apenas destinadas a emitir faturas que serviam para justificar projetos milionários financiados por fundos europeus e para defraudar o Fisco, no IVA e IRC.

Só em apoios comunitários do programa "2020", tinham garantido 20 milhões de euros de ajudas, dos quais 2,7 milhões já recebidos. A PJ também constituiu arguidos o vice-presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso e uma chefe de divisão da autarquia.

A operação da PJ e da Direção de Finanças do Porto visou principalmente um casal, da zona de Santo Tirso, dono de várias firmas, entre elas uma imobiliária, uma gráfica, uma indústria de plásticos e uma firma de aluguer de automóveis. Essas empresas, sediadas na Maia, Santo Tirso, Famalicão e Guimarães, tinham atividade real e apresentaram projetos de candidaturas a fundos comunitários que totalizaram cerca de 35 milhões de euros.

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