Justiça

Prisão domiciliária para um dos militares da GNR suspeitos de agressão

Prisão domiciliária para um dos militares da GNR suspeitos de agressão

Um dos militares da GNR detido por suspeitas de ofensa à integridade física qualificada, sequestro agravado e violação de domicílio por funcionário ficou em prisão domiciliária, disse fonte da Polícia Judiciária.

Segundo a mesma fonte, um dos militares, que é o principal arguido, ficou sujeito a "obrigação de permanência na habitação (prisão domiciliária), proibição de contacto com os outros militares da GNR dos postos de Odemira e Milfontes e suspensão de funções".

Os outros quatro militares da GNR detidos ficaram sujeitos a proibição de contacto com os outros militares da GNR dos postos de Odemira e Milfontes e suspensão de funções, acrescentou.

Os arguidos estão indiciados por crimes de ofensa à integridade física qualificada, de sequestro agravado e de violação de domicílio por funcionário, alegadamente "praticados no início de outubro" de 2018, no concelho de Odemira.

Fonte oficial da GNR disse à Lusa que, na origem da investigação da Polícia Judiciária, esteve um auto de notícia entregue em 2018 pela própria corporação.

Em causa estão agressões contra imigrantes provenientes da região do Hindustão, que trabalhavam na agricultura na zona de Vila Nova de Milfontes, na sequência de um desentendimento entre uma das vítimas e o patrão.