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Sacristão que abusou de menina obrigado por juiz a tratar-se

Sacristão que abusou de menina obrigado por juiz a tratar-se

Era sacristão numa igreja dos arredores de Esposende. Em outubro de 2016 agarrou uma menina de dez anos em plena sacristia, manietou-a, apalpou-a e tentou beijá-la.

Foi condenado agora pelo crime de abuso sexual de crianças, mas o Tribunal de Braga optou pelo seu internamento psiquiátrico, por considerar que pode voltar a ser " perigoso, embora tenha suspendido a pena, com a condição de o arguido se tratar com sucesso.

O caso aconteceu num dia de missa. A rapariga frequentava a catequese e costumava ajudar às celebrações, a meias com o homem, que era acólito na paróquia. Quando ela se vestia para a cerimónia religiosa, o sacristão, então com 64 anos, abraçou-a, apalpou-lhe os seios e começou a beijá-la tentando enfiar-lhe a língua na boca. A menina resistiu como pôde, dada a diferença de estrutura física. Fê-lo gesticulando com os braços e - como contou posteriormente ao Tribunal em declarações gravadas para memória futura - cerrando os lábios.